O plano deve definir o que fazer antes que a falha aconteça.
O que considerar tecnicamente
Inclua:
- cenários prováveis
- níveis de gravidade
- responsáveis
- contatos
- critérios de acionamento
- forma de isolamento
- bypass
- materiais em estoque
- máquinas disponíveis
- empresas de apoio
- logística
- comunicação
- testes após reparo
Também devem existir desenhos atualizados, localização de válvulas e lista de peças críticas.
O plano precisa considerar horários noturnos, fins de semana e áreas remotas.
Uma contingência útil não é um documento genérico. É uma sequência executável que reduz o tempo entre identificar a falha e restabelecer a operação.
Onde o risco costuma aparecer
Em gestão de risco em obras com PEAD, o risco raramente está em um único item. Ele aparece na soma entre especificação, soldagem, apoio de campo, acessórios, teste e operação.
- Escopo incompleto antes da mobilização
- Método de união escolhido apenas por preço
- Falta de acesso, energia, içamento ou apoio
- Ausência de registros quando a obra exige comprovação
- Teste ou comissionamento planejado tarde demais
Dados para pedir orçamento
Quanto mais completa for a primeira análise, menor a chance de aditivo, retrabalho ou equipe parada em campo.
- Local da obra e condição de acesso
- Diâmetro, SDR, pressão e aplicação
- Comprimento, quantidade de juntas ou pontos de intervenção
- Fotos, projeto, croqui ou lista de componentes
- Prazo, janela de parada e exigência de teste ou laudo
- Responsabilidades de materiais, energia, içamento, escavação e apoio
Transforme a necessidade em escopo de execução
Envie os dados da obra, fotos, diâmetro, prazo e condição de acesso. Em gestão de risco em obras com PEAD, a proposta precisa considerar campo, método, apoio e critério de aceite.
- Orçamento técnico - Envie os dados da obra para análise.
- Termofusão PEAD - Entenda o método para trechos lineares e redes novas.
- Rastreabilidade e laudo - Documentação quando o contrato exigir.