Não é necessário inspecionar todos os trechos com a mesma frequência.
O que considerar tecnicamente
Priorize:
- áreas com falhas anteriores
- curvas
- reduções
- flanges
- transições de material
- juntas reparadas
- terrenos instáveis
- travessias
- pontos de alta pressão
- linhas abrasivas
- áreas sujeitas a impacto
- trechos próximos a bombas e válvulas
Também considere idade, exposição solar, temperatura, ciclos operacionais e criticidade.
A inspeção pode combinar observação visual, pressão, vazão, registros de manutenção e ensaios específicos.
A melhor estratégia não é começar pelo trecho mais fácil de acessar. É começar pelo ponto onde falha e consequência se encontram em maior nível.
Onde o risco costuma aparecer
Em gestão de risco em obras com PEAD, o risco raramente está em um único item. Ele aparece na soma entre especificação, soldagem, apoio de campo, acessórios, teste e operação.
- Escopo incompleto antes da mobilização
- Método de união escolhido apenas por preço
- Falta de acesso, energia, içamento ou apoio
- Ausência de registros quando a obra exige comprovação
- Teste ou comissionamento planejado tarde demais
Dados para pedir orçamento
Quanto mais completa for a primeira análise, menor a chance de aditivo, retrabalho ou equipe parada em campo.
- Local da obra e condição de acesso
- Diâmetro, SDR, pressão e aplicação
- Comprimento, quantidade de juntas ou pontos de intervenção
- Fotos, projeto, croqui ou lista de componentes
- Prazo, janela de parada e exigência de teste ou laudo
- Responsabilidades de materiais, energia, içamento, escavação e apoio
Transforme a necessidade em escopo de execução
Envie os dados da obra, fotos, diâmetro, prazo e condição de acesso. Em gestão de risco em obras com PEAD, a proposta precisa considerar campo, método, apoio e critério de aceite.
- Orçamento técnico - Envie os dados da obra para análise.
- Termofusão PEAD - Entenda o método para trechos lineares e redes novas.
- Rastreabilidade e laudo - Documentação quando o contrato exigir.