A termofusão une diretamente as extremidades dos tubos. A eletrofusão utiliza conexão com resistências elétricas internas para fundir as superfícies em contato. A decisão não deve partir apenas do custo por junta, mas de acesso, produtividade, tipo de conexão e risco operacional.
Quando avaliar este caminho
Termofusão tende a ser melhor em trechos longos, tubos alinhados, muitas juntas e área livre para máquina. Eletrofusão ganha força em reparos, derivações, redes existentes e pontos com pouca movimentação.
- Trechos longos e livres favorecem termofusão
- Reparos e derivações favorecem eletrofusão
- Acesso restrito muda o método viável
- Redes existentes exigem análise da movimentação possível
- Conexões especiais podem orientar a escolha
Riscos de decidir sem análise
Comparar apenas preço da junta pode esconder custo de parada, adaptação, nova mobilização e reprovação.
- Termofusão cotada para local sem espaço de máquina
- Eletrofusão usada onde a conexão não resolve a função da rede
- Desconsiderar produtividade em muitas juntas
- Ignorar teste, rastreabilidade e fiscalização
Dados que deixam o orçamento mais preciso
O orçamento depende das condições reais de campo e dos entregáveis esperados. Antes de pedir preço, organize:
- Quantidade de juntas
- Se a rede é nova ou existente
- Fotos do acesso
- Diâmetro e SDR
- Necessidade de derivação ou reparo
- Prazo e janela de parada
Transforme a dúvida técnica em escopo de obra
Envie local, diâmetro, SDR, aplicação, fotos, prazo, acesso e exigências de teste ou documentação. Com esses dados, a análise sai do genérico e entra no cenário real da obra.
- Orçamento técnico - Envie os dados da obra para análise.
- Termofusão PEAD - Entenda o método para trechos lineares e redes novas.
- Rastreabilidade e laudo - Documentação quando o contrato exigir.