Os principais fatores são:
O que considerar tecnicamente
- diâmetro e SDR
- extensão da adutora
- quantidade de soldas
- tipo de terreno
- profundidade da vala
- distância entre as frentes
- necessidade de içamento
- travessias
- peças especiais
- válvulas
- acesso à obra
- produtividade
- testes
- prazo
mobilização.
Obras remotas ou com frentes descontínuas tendem a custar mais, mesmo com menor extensão.
Grandes diâmetros também exigem máquinas, geradores, roletes e equipamentos de movimentação mais robustos.
O custo mais visível é o da execução. O maior prejuízo, porém, costuma vir de projeto incompleto, interferências não mapeadas, material atrasado e parada da equipe.
Onde o risco costuma aparecer
Em adutoras em PEAD, o risco raramente está em um único item. Ele aparece na soma entre especificação, soldagem, apoio de campo, acessórios, teste e operação.
- Escopo incompleto antes da mobilização
- Método de união escolhido apenas por preço
- Falta de acesso, energia, içamento ou apoio
- Ausência de registros quando a obra exige comprovação
- Teste ou comissionamento planejado tarde demais
Dados para pedir orçamento
Quanto mais completa for a primeira análise, menor a chance de aditivo, retrabalho ou equipe parada em campo.
- Local da obra e condição de acesso
- Diâmetro, SDR, pressão e aplicação
- Comprimento, quantidade de juntas ou pontos de intervenção
- Fotos, projeto, croqui ou lista de componentes
- Prazo, janela de parada e exigência de teste ou laudo
- Responsabilidades de materiais, energia, içamento, escavação e apoio
Transforme a necessidade em escopo de execução
Envie os dados da obra, fotos, diâmetro, prazo e condição de acesso. Em adutoras em PEAD, a proposta precisa considerar campo, método, apoio e critério de aceite.
- Orçamento técnico - Envie os dados da obra para análise.
- Termofusão PEAD - Entenda o método para trechos lineares e redes novas.
- Rastreabilidade e laudo - Documentação quando o contrato exigir.