Os principais riscos são:
O que considerar tecnicamente
- queda da carga
- rolamento
- ruptura da cinta
- tombamento do equipamento
- esmagamento
- aprisionamento
- colisão
movimentação causada pelo vento.
O plano de movimentação deve considerar:
- peso
- comprimento
- centro de gravidade
- capacidade do equipamento
- pontos de içamento
- estado dos acessórios
- raio de operação
- condição do solo
Use cintas têxteis largas e equipamentos compatíveis. Correntes ou cabos diretamente sobre o PEAD podem danificar o tubo.
Ninguém deve permanecer sob a carga ou entre o tubo e uma estrutura fixa. O uso de cordas-guia pode ajudar a orientar a peça sem aproximar pessoas da zona de esmagamento.
Onde o risco costuma aparecer
Em gestão de risco em obras com PEAD, o risco raramente está em um único item. Ele aparece na soma entre especificação, soldagem, apoio de campo, acessórios, teste e operação.
- Escopo incompleto antes da mobilização
- Método de união escolhido apenas por preço
- Falta de acesso, energia, içamento ou apoio
- Ausência de registros quando a obra exige comprovação
- Teste ou comissionamento planejado tarde demais
Dados para pedir orçamento
Quanto mais completa for a primeira análise, menor a chance de aditivo, retrabalho ou equipe parada em campo.
- Local da obra e condição de acesso
- Diâmetro, SDR, pressão e aplicação
- Comprimento, quantidade de juntas ou pontos de intervenção
- Fotos, projeto, croqui ou lista de componentes
- Prazo, janela de parada e exigência de teste ou laudo
- Responsabilidades de materiais, energia, içamento, escavação e apoio
Transforme a necessidade em escopo de execução
Envie os dados da obra, fotos, diâmetro, prazo e condição de acesso. Em gestão de risco em obras com PEAD, a proposta precisa considerar campo, método, apoio e critério de aceite.
- Orçamento técnico - Envie os dados da obra para análise.
- Termofusão PEAD - Entenda o método para trechos lineares e redes novas.
- Rastreabilidade e laudo - Documentação quando o contrato exigir.